Website do Dr. Rogério Alvarenga

 

Dr.  Rogério  M. Alvarenga
Médico - CRM-RJ 23.389-0

Enquanto a maioria das espécies animais do planeta usam o ato sexual somente para a procriação, a espécie humana talvez seja a única na qual sexo é prazer, esporte e obsessão. Juntamente com o dinheiro, a fome e o desejo pelo poder, o sexo é uma força primária de motivação.

Muitas mudanças têm ocorridas sob o ponto de vista sexual nos últimos 30 anos e com os perigos das doenças sexualmente transmissíveis, especialmente a AIDS, o ser humano vem se tornando cada vez mais monogâmico e. quando teria tudo para estar satisfeito em seus relacionamentos, a humanidade nas últimas décadas vem cada dia mais, apresentando como num crescente, queixas de falta de interesse sexual.

O stress e a nutrição são importantes fatores na vitalidade sexual, sendo o stress, particularmente o stress mental na forma de preocupação, trabalho em excesso e problemas financeiros podem interferir com a energia sexual e sua expressão na forma de desejo. Por outro lado, os problemas sexuais podem ser a fonte de ansiedade e infelicidade.

O que é NORMAL em sexo ?
Por definição médica, é considerado normal qualquer prática ocorrida entre pessoas adultas, sob o ponto de vista físico e psicológico, na privacidade, com aquiescência mútua e desde que não cause prejuízo físico ou psicológico a nenhum dos dois.

Para uma saudável função sexual temos que estar com as funções orgânicas em perfeito funcionamento e um equilíbrio no sistema endócrino, produzindo os hormônios necessários. A baixa função da Glândula Hipófise pode levar a uma diminuição no desenvolvimento dos órgãos sexuais, a menopausa precoce nas mulheres e a impotência nos homens. As glândulas Supra-Renais apresentando deficiência podem reduzir o desejo e a potência para o sexo e aumentar a sensibilidade ao stress. Certas disfunções da glândula Tireóide podem causar uma perda do desejo ou capacidade para o sexo. No homem, a baixa função testicular reduz o interesse sexual e a produção de esperma. Nas mulheres, baixos níveis de estrogênio reduzem a maturidade sexual, reduz o tamanho das mamas e retarda a maturação dos óvulos. O desequilíbrio entre o estrogênio e a progesterona também pode causar uma série de sintomas relacionados com o desejo sexual.

Para uma relacionamento sexual satisfatório, particularmente as mulheres, necessitam um envolvimento amoroso e ter energia sem estar fatigada, além de um perfeito equilíbrio hormonal que permita emoções prazerosas e um bom nível de relaxamento com um bom desejo sexual. Já os homens, precisam principalmente, de uma boa circulação sangüínea para criar a ereção peniana, vitalidade física e uma boa função hormonal. Entretanto o que mais observo no dia-a-dia do consultório é se apresentarem pessoas de ambos os sexos que parte dessas funções estão adequadas mas o desinteresse sexual é uma constante.

Desde Sigmund Freud a ciência tenta explicar as conexões entre a sexualidade e o bem-estar físico e mental. Quando o pai da psicanálise escreveu seu ensaio sobre ansiedade e neurose, em 1895, dando uma ênfase até então inédita à sexualidade, choveram críticas. Freud achou melhor rebatê-las em um outro artigo, no qual foi ainda mais enfático. Freud escreveu: "Muitas doenças mentais e as fobias, em especial, não ocorrem quando a pessoa leva uma vida sexual normal". Sobre a pedra fundamental das análises de Freud ergueu-se um monumental edifício de estudos da sexualidade e de seu impacto sobre outras dimensões vitais do ser humano. Os médicos investigam com crescente interesse como as carências sexuais podem produzir doenças físicas e psicológicas e, por outro lado, como certas moléstias afetam o desempenho e a satisfação sexual.

Muitos outros fatores, além do stress, insatisfação profissional ou familiar, podem afetar o desejo e a performance sexual. O álcool, o tabagismo, excesso de café, a maconha e a cocaína e até mesmo o açúcar são as “drogas do prazer” que podem reduzir a vitalidade sexual, assim como muitos produtos farmacêuticos, como os tranqüilizantes, anti-hipertensivos, beta-bloqueadores, diuréticos, pílulas anticoncepcionais e alguns hormônios.

 

Na década de 90, a Organização Mundial de Saúde (OMS) incluiu o sexo na lista dos parâmetros utilizados para definir a qualidade de vida de uma pessoa. Os outros são: capacidade de trabalhar, não depender de ninguém para as tarefas do dia-a-dia e manter um convívio familiar e social satisfatório. O sexo seguro, freqüente e prazeroso, explicam os médicos, pode proteger o coração, evitar a insônia, aliviar o stress, fortalecer o sistema imunológico, combater a ansiedade, regular o humor, emagrecer e até atrasar um pouco o ritmo do envelhecimento.

As delícias (ou não) da alcova repercutem em todas as esferas da vida de uma pessoa. Oito de cada dez brasileiros (homens e mulheres) vítimas de problemas sexuais declaram que suas aflições afetam o trabalho, o convívio com os filhos, as relações sociais, o lazer. Sem contar, obviamente, o desgaste do relacionamento com o parceiro (veja quadro abaixo).

Os homens sentem-se menos homens e as mulheres, menos mulheres. É enorme o abismo que separa os homens com problemas de ereção dos que não têm disfunção alguma. Dos primeiros, 41,6% se declaram satisfeitos consigo próprios. No outro grupo, esse índice sobe para 85,5%.

Com o aumento da expectativa de vida da população, nada mais natural que o sexo de boa qualidade passe a ser uma exigência de homens e mulheres mais maduros. Viver mais significa prolongar os encontros amorosos para além da fase áurea da sexualidade, que vai dos 20 aos 40 anos. Com o passar do tempo, porém, não é fácil manter a libido a mil.

Uma pesquisa mostrou que para a maioria das mulheres entre 18 e 25 anos, a vida sexual mudou para melhor desde a primeira relação. Para quem tinha mais de 46 anos, a mudança foi para pior. Com a chegada da menopausa, há uma queda nos níveis dos hormônios sexuais, o que reduz o aporte de sangue e o tônus muscular da região genital. A vagina fica menos elástica, e a lubrificação do órgão torna-se mais difícil. Conseqüentemente, as respostas às carícias e ao próprio ato sexual já não são tão rápidas nem tão intensas quanto eram na juventude. Uma jovem de 20 anos demora, em média, vinte segundos para sair do patamar do desejo e chegar à excitação. Numa mulher com mais de 50 anos, esse processo leva até três minutos. Com os homens não é diferente. Um mesmo estímulo sexual que, na juventude, saía do cérebro e deixava o pênis ereto em apenas três segundos demora dois minutos para fazer efeito no homem de meia-idade. Com a redução do fluxo sanguíneo para o pênis e a flacidez dos músculos penianos, a ereção torna-se menos potente e o orgasmo, mais difícil.

Cerca de 66% dos brasileiros apresentam, em menor ou maior grau, dificuldade de ereção – e, quanto mais elevada a faixa etária, maiores são a prevalência e a severidade da disfunção.

Geralmente é possível recuperar o fôlego na cama com a adoção de hábitos mais saudáveis – a combinação de uma dieta equilibrada com a prática regular de exercícios físicos. Se não funcionar, a medicina dispõe de uma série de armas capazes de devolver o prazer perdido. Os grandes beneficiados pelas invenções da indústria farmacêutica são os homens.

O marco no tratamento das disfunções sexuais masculinas foi o lançamento, em 1998, da primeira pílula contra disfunção erétil – o Viagra. A ela se seguiram outras (Cialis, Levitra e Uprima, entre as mais conhecidas) que exorcizaram o fantasma da impotência da vida de milhões de homens. Os problemas de ereção passaram a ser tratados de maneira bastante simples. Nada a ver com os dispositivos antigos, como injeções ou bombas a vácuo. Os velhos artifícios, além de aniquilar com o romantismo de qualquer encontro amoroso, afastavam a maioria dos homens dos consultórios médicos. Graças aos remédios orais antiimpotência, nos últimos cinco anos quadruplicou o número de brasileiros que procuram ajuda para seus problemas sexuais.

Das queixas sexuais masculinas, a dificuldade de ter ou manter a ereção é a mais prevalente. Entre os homens mais jovens, especialmente dos 18 aos 25 anos, o grande tormento, porém, é a Ejaculação Precoce – aquela que ocorre menos de dois minutos depois do início do ato sexual. Se não tratada, pode levar à impotência. Suas principais causas são a ansiedade e a insegurança. Por isso, o tratamento-padrão envolve o uso de antidepressivos com sessões de psicoterapia.

A Ejaculação Precoce, um drama tanto para o homem quanto para sua companheira.Recentemente foi lançado  o primeiro medicamento indicado especificamente para o tratamento da Ejaculação Precoce. É a droga de nome químico Dapoxetina, que também é um antidepressivo. A diferença é que, ainda não se sabe exatamente por que, seus efeitos sobre a ejaculação precoce são muito mais rápidos. Os convencionais demoram até dez dias para começar a fazer efeito. A Dapoxetina promete levar, no máximo, quatro horas para chegar aos mesmos resultados.

 

Informações sobre os efeitos da idade no Pênis

O homem acredita que pode conter as conseqüências do envelhecimento, mas não pode, e, em vez de tentar inibir os efeitos do tempo, deveria se aproveitar deles. Idade é sinônimo de experiência e isso conta muito mais que um pênis infalível para o sexo prazeroso.

 

 

 

Qual foi a última vez que você falhou na cama? Se a resposta demorou para vir à tona, provavelmente você sequer completou 40 anos. Mas se ela veio rápido à sua cabeça, é provável que você já esteja perto dos 50. É difícil admitir, mas dificuldades ocasionais para manter a ereção são consideradas normais após a quarta década de vida e não devem se tornar fonte de frustrações. A flacidez do pênis deve-se principalmente ao desgaste do tendão que liga o órgão ao púbis (osso localizado na região sexual). Com o passar dos anos, o tendão se torna menos elástico e, conseqüentemente, não funciona como deveria todas as vezes que é requisitado. Por mais sexualmente ativo e saudável que o homem seja.

Pelo mesmo motivo, o ângulo das ereções tende a diminuir. Se aos 30 anos o pênis fica 20 graus acima da horizontal quando ereto, aos 70 ele se situa 25 graus abaixo. O tempo entre uma ereção e outra, ao contrário, só aumenta com a idade. Aos 30 anos, é comum ter duas ou três relações sexuais numa noite, com intervalos de 20 ou 30 minutos. Aos 60 anos, muitos só conseguem fazer sexo novamente no dia seguinte. Os médicos afirmam que essas são mudanças naturais e que, portanto, os homens deveriam se preocupar menos com a firmeza do pênis ou a freqüência das relações sexuais e mais com a qualidade do sexo.

O homem acredita que pode conter as conseqüências do envelhecimento, mas não pode, e, em vez de tentar inibir os efeitos do tempo, deveria se aproveitar deles. Idade é sinônimo de experiência e isso conta muito mais que um pênis infalível para o sexo prazeroso.

Uma das evidências de que a eventual flacidez do pênis é natural em homens acima dos 40 anos é que as ereções noturnas também diminuem com o tempo. Enquanto até essa idade elas costumam durar mais de duas horas ao todo, aos 60, elas não passam de uma hora e meia. Os médicos acreditam que as ereções noturnas sejam um mecanismo que a natureza criou para assegurar a procriação. Sabe-se que se o pênis passar meses sem uma ereção, ele torna-se fibroso, correndo o risco de não ficar ereto novamente. As ereções involuntárias, portanto, impediriam que o homem se tornasse impotente antes do tempo. Como após os 40 anos, o homem já teve bastante tempo para procriar a espécie, é natural que a intensidade do mecanismo preventivo reduza.

Caso as falhas na cama se tornem rotineiras, não há motivo para pânico. Até os 60 anos, 90% das causas de impotência sexual são psicológicas e apenas 10% são orgânicas. O estresse do dia dia e a depressão pela proximidade da aposentadoria podem estar atrapalhando o desempenho sexual. O melhor remédio nesses casos é alterar o estilo de vida, estabelecendo uma divisão clara entre trabalho e lazer, e encarar o fim dos dias trabalhados como uma oportunidade de gozar a vida.

A insegurança e o medo de não ser hábil como antes também costumam ocasionar episódios de impotência. Para driblar a ansiedade, nada melhor que prolongar as preliminares. Além de estimular a parceira, os beijos e abraços vão te ajudar a relaxar. A partir dos 60, fatores psicológicos e físicos dividem igualmente as causas da disfunção sexual. Com o avanço da medicina, no entanto, é possível tratar quase 100% dos casos. Para cada perfil de impotência, há um medicamento novo no mercado.

É bom frisar que a dificuldade de ereção não impossibilita o orgasmo ou a ejaculação. Os três fenômenos são independentes. De fato, o número de relações sexuais tende a diminuir com a idade e, com ele, o número de orgasmos. A redução, no entanto, ocorre muito mais em função de um certo desinteresse sexual (afinal, depois de décadas fazendo sexo, isso não é mais novidade) que impossibilidade física. Como acontece com as mulheres, os homens também entram no período do climatério, mas as mudanças são graduais e pouco atrapalham a atividade sexual. A partir dos 40 anos, verifica-se a queda de apenas 1% ao ano da produção de testosterona - as mulheres param de ovular ao atingirem a menopausa -e a qualidade do esperma sofre poucas alterações. Chaplin e Picasso foram pais aos 60 anos.

Os remédios contra a disfunção sexual masculina não melhoraram apenas a vida dos homens com problemas na cama. Provocaram uComo age as drogas como Viagra, Cialis, Levitra, etc.ma reviravolta também na vida de suas companheiras. Elas passaram a cobrar dos parceiros disposição para o sexo. Dos homens em tratamento médico contra disfunções eréteis, por exemplo, 56% foram incentivados por suas mulheres a procurar tratamento. Muitas não se acanham em também buscar ajuda. Há, lógico, as que ainda se ressentem do modo como foram educadas – o prazer sexual visto como sinônimo de pecado, impureza e imoralidade –, mas é cada vez maior a presença feminina nos consultórios de terapeutas e médicos especialistas.

Agora, as mulheres respondem por 1/3 dos atendimentos, sendo que de cada dez brasileiras, cinco têm algum problema sexual e as principais queixas são falta de desejo e dificuldade de chegar ao orgasmo. Até pouco tempo atrás, acreditava-se que os problemas sexuais femininos só poderiam ser resolvidos no divã, mas a sexualidade feminina é muito complexa, tanto que Freud a chamou de "o continente obscuro'".

Ela está mais ligada a fatores psicológicos, sociais e culturais do que a masculina, o que dificulta a criação de medicamentos capazes de dar conta de tantas variantes, mas nos últimos cinco anos, contudo, pesquisas deixaram claro que muitas aflições delas são de ordem orgânica, como a baixa na produção dos hormônios femininos, sobretudo entre as mulheres na pós-menopausa. Nesses casos, pode-se recorrer à terapia de reposição hormonal e uma das frentes mais promissoras para aumentar a libido feminina é o uso de doses extras do hormônio Testosterona (veja quadro abaixo).

Também o uso abusivo de aditivos químicos nos alimentos e a ingestão de carne vermelha e de aves tratadas com abusivamente com hormônios sexuais antes do abate vem provocando nas últimas décadas um progressivo aumento de distúrbios na esfera sexual, tanto masculina quanto feminina, reduzindo o desejo sexual e até a produção e a percepção dos feromônios sexuais, produzidos para agirem no cérebro como estimulantes da atração física entre os sexos.

Os feromônios são substâncias químicas aromáticas que despertam o desejo sexual. Esses afrodisíacos químicos são extremamente potentes e acredita-se que os seres humanos poderiam ter retido alguma capacidade remanescente de responder a estes afrodisíacos aromáticos.  Existe um grupo de pequenos receptores nas narinas humanas, chamado Órgão Vômero Nasal, que respondem ativamente a uma grande variedade de substâncias químicas inodoras que são produzidas na pele humana. Quando estes feromônios são inalados, eles têm efeito tranqüilizante e euforizante sutil no humor do indivíduo e isto tem um papel importante nos vínculos humanos. O odor liberado pelos amantes pode ser excitante e bastante prazeroso tanto para o homem como para mulher.

A importância de uma vida nutricional saudável é muito importante para uma boa vitalidade sexual. Exercícios físicos regulares são também muito importantes para reduzir o stress e ansiedade e manter um sistema cardiovascular com boa saúde, entretanto os exercícios em excesso, especialmente nas mulheres, podem reduzir a fertilidade, os níveis hormonais, os ciclos menstruais e o desejo sexual.

Fases da Resposta Sexual

 Desejo: Essa fase consiste de fantasia e desejo relacionados a atividade sexual.

 Excitação: Caracterizado por sentimento subjetivo de prazer sexual e alterações fisiológicas concomitantes. As principais modificações no homem consistem de tumescência e ereção do pênis e na mulher consistem de aumento de sangue na região pélvica, lubrificação, expansão vaginal e turgescência da genitália externa.

Orgasmo: Este período consiste do clímax de prazer, com liberação da tensão sexual e contração rítmica dos músculos do períneo e órgãos reprodutores. No homem existe sensação de inevitabilidade ejaculatória, seguida de ejaculação. Na mulher ocorre contrações da parede do terço inferior da vagina. Em ambos os sexos o ânus contrai-se ritmicamente.

Resolução: Etapa final que apresenta a sensação de relaxamento muscular e bem estar geral. Durante a mesma os homens são fisiologicamente refratários à outra ereção e orgasmo por período variável. Em contrapartida, as mulheres podem ser capazes de responder a uma estimulação adicional quase que imediata.

Descobrindo a anatomia do orgasmo
            
Pesquisas pioneiras revelam o que acontece com homens e mulheres no auge do prazer e  acenam para a possibilidade de uma pílula do êxtase
 

Está ocorrendo na Europa uma pesquisa que fará o mapeamento da cascata de sensações verificadas no corpo e na cabeça no ápice do prazer. O método de investigação não poderia ser mais pragmático. No laboratório do holandês Gert Holstege, da Universidade de Groningen, um casal se posiciona sob um relógio digital e o cientista dá a partida: ''Por favor, peço que cheguem ao orgasmo em quatro minutos''. Enquanto a mulher começa a acariciar o parceiro, o cérebro dele é vasculhado por um aparelho de tomografia. A máquina registra as regiões ativadas até que ele atinja o clímax. Em seguida, há uma inversão de funções: o homem estimula sua parceira. Quando a mulher se aproxima do orgasmo, o coração bate mais forte, a pressão arterial sobe, os músculos da bacia e das nádegas se contraem.

O scanner investiga os mínimos detalhes do córtex, a fim de desvendar o segredo que instiga os seres humanos desde que existe o amor: o que acontece quando experimentamos o ápice das sensações? A parafernália de alta tecnologia, que pesa toneladas e custa 3 milhões de euros, revela o que ocorre na cabeça, nos hormônios e em várias partes do organismo (vide abaixo) durante o ato sexual.

A análise do que acontece no cérebro e no corpo durante o sexo pode levar ao surgimento de uma pílula do orgasmo

 

Ele só pensa naquilo

Pesquisas mostram que homens e mulheres têm áreas diferentes do cérebro ativadas por um estímulo sexual. Nos homens, há altos índices de ativação da amígdala cerebral e do hipotálamo, estruturas que controlam a emoção e a motivação. A mesma cena erótica provoca no cérebro das mulheres outro tipo de reação. Reside aí boa parte das incompreensões e insatisfações mútuas dos casais na cama.

"O cientista que se ocupa da anatomia do orgasmo faz algo de bom para o ser humano'', justifica o Prof. Holstege. Por preconceito ou arrogância, o ponto culminante da paixão e do prazer continua a ser território quase inexplorado para os pesquisadores. Tanto que as inovadoras imagens feitas por Holstege não foram aceitas pelas prestigiadas revistas científicas americanas Nature e Science, sob a alegação de que o material não interessaria aos leitores.

Pela primeira vez, o trabalho revela a assinatura neurológica do êxtase. O computador funciona também como um perfeito detector de mentiras. No orgasmo fingido, as áreas do desejo no cérebro das mulheres permanecem em calma, enquanto os centros de movimento apresentam maior atividade. Os cientistas também conseguiram esclarecer por que as pessoas mergulham em um vale de indolência depois de surfar sobre as ondas do desejo.

''Após o sexo, todos os seres vivos ficam tristes, com exceção do galo e da mulher'', já observava o médico Galeno, no século II a.C.

A responsável por isso parece ser a Prolactina. O hormônio que dispara a produção de leite depois do parto também age como freio do desejo logo após o orgasmo. Será que uma pílula que inibisse a ação da Prolactina poderia ajudar os homens a tornar realidade o sonho de ter orgasmos sucessivos?

O orgasmo é uma coisa do dia-a-dia, assim como o ato de mastigar; infelizmente, conhecemos mais sobre a fisiologia da mastigação que a respeito dos mecanismos do prazer. Do primeiro olhar mais insinuante até a transmissão dos espermatozóides, a natureza compôs uma coreografia para o encontro entre o homem e a mulher. A pressão arterial e a pulsação sobem, o pênis se intumesce, a vagina fica úmida, os pequenos lábios da vulva e o clitóris se expandem.

Quando a dança dos corpos chega perto do gran finale, geralmente o homem é o primeiro a viver seu prazer máximo. A vesícula seminal e a próstata se estreitam ritmicamente. Na hora H, até 240 milhões de espermatozóides são lançados pela uretra com uma velocidade entre 14 e 18 quilômetros por hora. Se a parceira também chega ao clímax nesse mesmo instante - algo que todos desejam, mas não necessariamente conseguem -, a vagina forma uma ''guarnição para o clímax''. Assim como o útero, ela se contrai de cinco até 12 vezes.

Apesar de ter criado esse balé cuidadoso, a natureza não é mestre em sincronização. Segundo vários biólogos, isso explica por que muitos homens chegam esgotados a sua meta enquanto as mulheres ainda estão no meio do caminho. A pressa masculina seria necessidade da reprodução. Segundo essa visão, o orgasmo funcionaria como um prêmio da natureza pelo êxito atingido, para gratificar os praticantes por passarem adiante sua carga genética e garantir a perpetuação da espécie. O risco de fracasso biológico seria alto demais caso as mulheres fossem coroadas em primeiro lugar com os louros do prazer, talvez muitas parceiras simplesmente virassem de lado, satisfeitas, antes que o homem pudesse doar seus espermatozóides.

Em cada um dos sexos, o prazer revela-se de forma diferente. Isso foi constatado de forma inquestionável pelos estudos ainda não publicados de Michael Forsting e Elke Gizewski, do Hospital das Clínicas de Essen, na Alemanha. Doze homens e 12 mulheres permitiram que seu cérebro fosse vasculhado por equipamentos de ressonância magnética enquanto viam alternadamente filmes eróticos e inocentes trabalhos de bricolagem.

A excitação provocada pelas imagens de sexo ativou regiões distintas. Nos homens, brilham áreas cerebrais mais primitivas, existentes também em galos e crocodilos. Nas mulheres, são ativados setores na parte mais nobre do cérebro, responsável pelo pensamento. Isso significa que durante o sexo a parceira age de forma mais racional, enquanto eles só pensam naquilo enquanto os homens seguem mais seu impulso de acasalamento; para as mulheres, a sensualidade é algo mais importante.
 

Quando nossos antepassados da Idade da Pedra faziam sexo, era importante que ao menos um dos parceiros não se desligasse por completo do mundo exterior e coube à mulher mais essa incumbência. Durante o sexo selvagem ela permanecia alerta para notar a proximidade de um leão ou o sumiço de uma criança.

FLAGRANTE Os cientistas alemães Forsting e Elke inves tigam a atividade cerebral de quem assiste a filmes eróticos

 

Qual seria, então, a razão biológica do orgasmo feminino? Afinal, para garantir a reprodução, bastaria que a fêmea aceitasse fazer sexo. Acredita-se que uma recompensa, sob a forma do prazer, aumenta a disposição para a repetição do coito e, dessa forma, a chance de gerar descendentes. Além disso, os fisiologistas descobriram que as contrações do colo do útero ocorridas durante o orgasmo transportam os espermatozóides para mais perto dos óvulos. Isso eleva a probabilidade de uma gravidez.

Uma pesquisa realizada pelo Hospital Charité, em Berlim, com 575 participantes entre 18 e 71 anos, revelou que a média de tempo até que seja atingido o orgasmo é de oito minutos. O trabalho também elucidou preferências, concluindo que as mulheres vivem o orgasmo clitoridiano de forma mais intensa, mas ficam sexualmente mais satisfeitas quando também atingem o clímax através da penetração.

MÃE PRIMITIVA

A Vênus de Willendorf (25.000 a.C.) é conhecida como uma das representações mais antigas da fecundidade feminina

Esse prazer anda em falta. Quase metade das mulheres que participaram da pesquisa raramente ou nunca consegue atingir seu ''paraíso sexual'' quando está com seu parceiro. Homens feridos em sua reputação costumam alegar que o orgasmo feminino é algo mais complicado e difícil de ser alcançado. Essa idéia é rejeitada por alguns cientistas que, segundo uma pesquisa com 776 voluntárias, quando a mulher se masturba, quase sempre atinge o orgasmo. Observa-se que muitas mulheres dizem que o sexo lhes dá prazer, mas que seus parceiros ficam muito tristes porque elas não chegam sempre ao orgasmo. Mas isso nem sempre desencadeia um cavalo-de-batalha. Quase metade das mulheres que admitem não chegar ao orgasmo no ato sexual afirma estar ''sexualmente satisfeita'' e nessa amostra, 76% chegaram a dizer que tinham ficado felizes.

Quando é forte a pressão pelo gran finale, muitas parceiras partem para a encenação, e, apenas uma em cada dez mulheres nunca fingiu um orgasmo. A razão da mentira: 41% delas querem agradar ao parceiro, mas por outro lado, uma em cada quatro adota o expediente para abreviar a relação.

É verdade que nem sempre o clímax se assemelha ao estrondo de um trovão acompanhado de uma chuva de estrelas, pois o orgasmo não está atrelado a órgãos específicos e muito menos aos genitais e, o curioso é que, além dos órgãos sexuais primários, quase todas as outras partes do corpo podem suscitar o prazer.

Para algumas pessoas é suficiente estimular os lóbulos das orelhas ou ter os cabelos massageados. Alguns estudos atestam que as mulheres sentem orgasmo apenas com estimulação nos seios (30%) e na boca (20%). Ambos os sexos (25% das mulheres e 21% dos homens) chegaram, pelo menos uma vez, ao sétimo céu do prazer sem nenhum contato corporal. Ou seja, apenas por meio da fantasia, pois prazer e excitação não ocorrem na bacia, e sim entre as duas orelhas.

O cérebro é o órgão de prazer mais poderoso e isso é percebido por qualquer um que, ao menos uma vez na vida, já ficou com o coração saltando pela boca só de pensar na pessoa amada. Conhecer as estruturas cerebrais que participam disso e elucidar suas funções é fundamental para o desenvolvimento de terapias e medicamentos para melhorar a qualidade da vida sexual e tratar transtornos psiquiátricos ligados ao sexo, como a pedofilia. Nesse contexto, as pesquisas européias representam a luz contra as trevas. Os estudos feitos sobre orgasmo na Europa, financiados com dinheiro público, seriam inimagináveis nos Estados Unidos, onde a influência dos conservadores é fortíssima.

PUDOR

Entre as brasileiras, 31% nunca se masturbaram na vida. Entre os homens, o índice cai para 3%

O direito ao sexo prazeroso deveria ser encarado como uma questão de saúde pública, passível de financiamento para pesquisas e desenvolvimento de novas terapias. Já se sabe, por exemplo, que a substância Cabergolina - usada no tratamento do mal de Parkinson ou para interromper a produção de leite - aumenta o desejo e propicia um orgasmo mais intenso. Também a Bupropiona, uma droga anti-depressiva que vinha sendo utilizada no combate ao tabagismo e que demonstrou ser a mais moderna escolha no tratamento do desinteresse sexual em mulheres, estimulando a libido, provocando sonhos eróticos e proporcionando na maioria das que usaram, orgasmos intensos. É utilizada somente sob prescrição médica e não tem ação em homens. Ao mesmo tempo, um controverso adesivo de testosterona que promete aumentar o apetite sexual das mulheres está sendo analisado pela FDA (Agência reguladora de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos) Os especialistas alertam que a administração prolongada do medicamento pode ser prejudicial ao organismo, mas de qualquer maneira, as pesquisas já comprovaram que sexo de qualidade faz bem ao coração, tonifica os músculos, melhora o sistema imunológico - e, sem dúvida, o humor de qualquer um.

 

 

Falta de desejo sexual já atinge quase 49% das mulheres brasileiras
 

Muitas mulheres desconhecem que a disfunção sexual feminina está associada à falta de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, lubrificação insuficiente, incapacidade de atingir o orgasmo ou dor durante a atividade sexual. Sem saber o motivo, elas se culpam por não conseguir sentir prazer durante a relação com o parceiro, sentem vergonha e não procuram ajuda.

Pesquisa recente realizada pela Secretaria de Saúde de São Paulo no Centro de Referência e Especialização em Sexologia (Cresex) do hospital estadual Pérola Byington, apontou que a falta ou diminuição do desejo sexual afeta 48,5% das mulheres.

Dezoito por cento das pacientes relataram dificuldade em alcançar o orgasmo, 9,2% sofriam de dispareunia (dor intensa durante a relação sexual) e 6,9%, possuíam inadequação sexual (níveis diferentes de desejo em relação ao parceiro). Somente 13% tiveram causas predominantemente orgânicas, como alterações hormonais ou problemas originados por alguma doença.

Fatores psicológicos e físicos podem influenciar na diminuição do desejo sexual feminino, as causas são variadas, desde depressão e doença crônica até efeitos colaterais de medicamentos podem alterar a libido da mulher.

O estresse no trabalho, trânsito e o cansaço podem fazer com que o sexo não seja realmente aproveitado. O que as mulheres esquecem é que as relações sexuais são ótimos calmantes, além de relaxar e ser um momento importante para melhorar o vínculo do casal.

As principais causas físicas e psicológicas responsáveis por essa falta de desejo são:

Problemas de saúde: infecções vaginais, inflamação do colo do útero , diabetes, depressão, alterações da tireóide e deficiência hormonal podem afetar o desejo sexual.

Álcool e drogas: em excesso, podem diminuir a libido.

Medicamentos: anticoncepcionais, antidepressivos, antibióticos, anticonvulsivantes, anti-hipertensivos também interferem no problema.

Problemas psicológicos: como estresse pelo excesso de trabalho e tarefas em casa, bem como ansiedade, depressão, baixa auto-estima e eventual histórico de abuso sexual inibem a libido.

É importante ressaltar que muitas vezes a disfunção feminina ocorre devido à disfunção masculina, como ejaculação precoce, disfunção erétil e até mesmo inabilidade do parceiro.

Uma boa dica para recuperar o desejo é relaxar, reservar um tempo para jantar, ir ao cinema e aproveitar a vida a dois, deixando o cansaço e outros problemas que possam afetar o casal fora da cama.

 

 

Novo método promete medir desejo sexual

Técnica pode ajudar a tratar pessoas com perda de libido

Pesquisadores israelenses estão convencidos de ter desenvolvido o primeiro método para medir a intensidade do desejo sexual de uma pessoa. A técnica foi baseada na análise da medição de alterações em ondas cerebrais de pessoas que assistiam a um filme erótico. Segundo os cientistas, esse é o primeiro método quantitativo para medir a libido. Mais do que mera curiosidade, ele poderia ser usado para avaliar efeitos de novos medicamentos sobre o desejo sexual.

Outra aplicação seria a avaliação de danos à libido causados por acidentes e derrames, por exemplo. O coordenador da pesquisa, Yoram Vardi, do Hospital Rambam e do Instituto Technion, em Haifa, Israel, explicou que sua técnica mede, primariamente, o nível de atenção de uma pessoa durante cenas eróticas, mais do que especificamente o desejo sexual. Todavia, segundo ele, o estímulo sexual estaria diretamente ligado à atenção, o que validaria o método..

Por enquanto, a técnica foi testada em apenas 30 pessoas. Como os resultados foram considerados promissores, os pesquisadores esperam experimentá-la num grupo maior de voluntários. Tendo êxito, poderão pensar num uso regular. Mas, ainda é cedo para saber se será possível estabelecer uma espécie de escala do desejo sexual.

Os cientistas analisaram alterações em ondas cerebrais chamadas p300. Elas são produzidas menos de um segundo após um evento. São a resposta do cérebro a estímulos.

 

 

Transtorno da Excitação Genital Persistente (PGAD)

Só para mulheres?
 

Normalmente o termo PGAD descreve os sintomas que aparecem nas mulheres enquanto o priapismo é usado para descrever sintomas similares que aparecem nos homens. Nem todos os pesquisadores concordam com essa distinção, principalmente em função das mulheres também poderem ter priapismo. 
 

 

Pessoas com Transtorno da Excitação Genital Persistente, ou PGAD, estão constantemente em um estado de excitação sexual. Os sintomas podem variar. As mulheres geralmente experimentam os sinais físicos da excitação, incluindo o ingurgitamento dos genitais, sem nem mesmo estar pensando em sexo. Elas podem ter tamanha sensibilidade nas áreas genitais que até mesmo o uso de certos tipos de roupas pode causar excitação.

Essas pessoas também podem ter orgasmos espontâneos – que podem chegar a dezenas por dia, ou elas podem ter que se auto-estimular para encontrar algum alívio. Mas esse alívio não dura muito tempo. A excitação pode voltar a aparecer em poucas horas, minutos ou até mesmo segundos, e pode durar por dias, semanas ou até meses.

Em um primeiro momento, ter (ou precisar ter) orgasmos tão freqüentes pode não parecer algo ruim. Mas para mulheres com PGAD, não é nada agradável – é debilitante, não as deixa dormir, trabalhar ou até mesmo fazer uma refeição com a família. Algumas mulheres alegam ter PGAD desde a infância, enquanto em outras a condição apareceu durante a gravidez ou menopausa. Pessoas com essa condição normalmente se sentem envergonhadas e demoram muito para buscar ajuda médica.

A literatura médica somente reconheceu esse transtorno na última década e os médicos ainda não conhecem ao certo a sua causa. Pode ser devido ao mau funcionamento ou dano em nervos sensoriais. Alguns pacientes foram tratados com sucesso com medicamentos como antidepressivos ou um medicamento usado inicialmente para reduzir a dependência à nicotina. Outros tentam simplesmente conviver com a condição, agradecidos por pelo menos ter um nome para a sua misteriosa doença.

 

Viagra feminino pode chegar ao mercado até 2016

Ao contrário das cápsulas azuis, que agem no sistema vascular dos homens, Lybrido pretende aumentar o desejo sexual das mulheres estimulando também os neurotransmissores

Um remédio que está sendo testado com 420 mulheres nos EUA promete causar a mesma revolução para o sexo feminino que os anticoncepcionais, na década de 60. Trata-se do Lybrido, medicamento que pretende despertar o desejo das mulheres. Os primeiros testes deverão ser apresentados ao FDA, a agência reguladora de medicamentos dos EUA, em breve. Caso o FDA aprove os resultados e um novo teste, desta vez com 1.200 mulheres, o remédio, que tem duas versões - o Lybrido e o Lybridos, poderá estar no mercado americano em 2016, segundo o jornal The New York Times. Nos testes, os remédios passaram a funcionar de três a seis horas após ingeridos. 

A busca pela droga do desejo feminina movimenta a indústria há mais de uma década, desde que o Viagra, lançado em 1998, mostrou o quanto pode movimentar uma pílula que cura uma disfunção sexual. O laboratório BioSante lançou, por exemplo, o gel de testosterona LibiGel, que aumentava a pressão sanguínea feminina, mas o FDA achou que o resultado era muito próximo de um placebo. Respostas semelhantes foram obtidas com o Flibanserin, uma pílula não-hormonal que atua nos neurotransmissores.

A pílula do desejo feminina é mais difícil de ser desenvolvida do que o Viagra e os testes científicos para determinar o desejo da mulher, falharam. Eles envolveram de medições da pressão sanguínea vaginal quando elas vêem pornografia a acompanhamento de batimentos cardíacos e dilatação de pupilas, em conversas de teor sexual. Porém, o desejo feminino não é acessado apenas com estímulos ao órgão sexual. 

O remédio está sendo desenvolvido pela Emotional Brain, uma empresa de pesquisa bioquímica especializada em disfunção sexual feminina. Apenas parte da fórmula do remédio usa o princípio ativo do Viagra, já que a atividade sexual feminina está menos ligada a irrigação dos órgãos sexuais. A outra parte pretende atuar no cérebro, nas regiões que estimulam a produção de Dopamina, o neurotransmissor ligado ao prazer. Elas contém dois princípios ativos, cujos efeitos convergem. A idéia é que eles ajam no cérebro para que ele fique mais receptivo a impulsos eróticos e ajudem a Dopamina a ligar a rede cerebral.

A falta de desejo, quando cria desgaste emocional, é chamada de Desordem da Hipoatividade Sexual. Ela atinge entre 15% e 20% das mulheres entre 20 e 60 que foram diagnosticadas com o problema. Mas, estima-se que o percentual chegue a 30% das mulheres, incluindo-se as que não passaram por consultórios. Aparentemente, a monogamia e o excesso de atividades são os principais causadores da falta de libido feminina. Pesquisas indicam que, em relacionamentos com mais de quatro anos, o desejo da mulher cai consideravelmente, enquanto o do homem se mantém estável. As mulheres que participam do teste estão em relações monogâmicas de longo prazo, para evitar que a paixão de um novo relacionamento atrapalhe as conclusões do estudo. 

O outro possível “viagra feminino” – Tefina

Existem mulheres que não conseguem atingir o orgasmo (condição conhecida como Anorgasmia ou Síndrome de Coughlan) ou, dependendo do caso, não sentem sequer desejo de ter relações sexuais. Curiosamente, uma das possíveis soluções para esses problemas não é uma pílula (como no caso dos homens), mas um spray nasal.

Em parceria com o laboratório de farmácia da Universidade de Liège (Bélgica), a empresa canadense Trimel Pharmaceuticals está desenvolvendo um tipo de “viagra feminino”. O produto contém testosterona e é administrado na mucosa nasal – que, por ser rica em vasos sanguíneos, absorve a substância rapidamente. Uma vez no organismo, a testosterona ajuda a estimular o apetite sexual e o prazer na relação.

Em desenvolvimento há dois anos, a Tefina está atualmente na fase II de ensaio clínico (existem cinco, no total), na qual são feitos testes com 50 a 200 voluntários. Não há previsão para a venda do produto, mas sabe-se que um dos seus principais desafios (encontrar uma concentração segura das substâncias sem comprometer o efeito) já foi superado pelos pesquisadores.

 

Aumento de um hormônio pode levar à

 queda da libido em mulheres e homens

Queda de desejo sexual pode estar

ligada à aumento da Prolactina

Condição comum, mas às vezes pouco investigada pelos médicos, a Hiperprolactinemia — aumento dos níveis do hormônio Prolactina no sangue — é uma das causas da diminuição da libido e da fertilidade. O problema afeta os dois sexos, sendo mais freqüente entre mulheres.
 

Produzida pela glândula hipófise, a Prolactina atua principalmente na produção do leite materno e na amamentação. Também tem funções no sistema imunológico, embora não sejam essenciais.
Assim, é natural o aumento dos níveis do hormônio nas mulheres no fim da gestação e no pós-parto. Alterações fora desse período, para elas, e em qualquer fase da vida para homens é sinal de problema. Consideram-se normais taxas entre 2 e 23,3ng/mL de sangue no organismo feminino e entre 2 e 15.2 ng/mL no organismo masculino.
 

O aumento da Prolactina inibe os hormônios que estimulam as glândulas sexuais (testículos e ovários). Mulheres vão ter irregularidade no ciclo menstrual e problemas na produção de leite. Nos homens, pode dar impotência, já a queda da libido e da fertilidade atinge os dois.

Cerca de 10% a 15% das mulheres que sofrem de oligomenorreia (menstruações com intervalos superiores a 45 dias) têm Hiperprolactinemia.

 

Cansaço, estresse, ansiedade e falta de sono podem afetar desejo sexual

Além desses, infecções, endometriose e anemia também são causas

Segundo os especialistas, entre os principais motivos para a falta de desejo sexual, estão o cansaço e estresse. Além desses fatores, a ansiedade, depressão, falta de sono, anemia, infecções ou até a endometriose nas mulheres também podem ser causas.

Existem ainda fases da vida das mulheres que podem contribuir para a queda de libido, como a gestação, por exemplo.

Outra fase que afeta o desejo sexual feminino é a menopausa, por causa da atrofia da parede vaginal, que causa dor.



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Orgasmo

 

O ÁPICE DAS SENSAÇÕES

O que acontece no corpo na hora do orgasmo
 

EXCITAÇÃO

Cérebro
Áreas responsáveis por sensações de felicidade e outras emoções são ativadas
Setores responsáveis pela memória, atenção e pelo pensamento lógico são reprimidos

O poder da paixão
Apenas o fato de olhar para o parceiro excita no cérebro de homens e mulheres centros nervosos que também são ativados pela satisfação provocada por drogas, como a cocaína. Setores responsáveis pelo raciocínio crítico ou pelo medo são desativados

Hormônios

O motor da testosterona
O desejo masculino é fortemente influenciado pelo nível de testosterona. Mas a alta concentração de testosterona nem sempre significa libido elevada. A relação exata que existe entre esses dois fatores ainda é incerta

Pulsão sexual e desejo
O hormônio feminino estrógeno não exerce grande influência sobre o desejo da mulher. Enquanto isso, ter uma boa carga de testosterona circulando no corpo feminino implica intensa atividade sexual

Corpo

Calor no abdome, o pênis aumenta e fica ereto. A pressão arterial, a pulsação e a freqüência respiratória são elevadas e a atenção diminui

A pulsação e a pressão arterial sobem. A vagina fica úmida e se amplia, assim como o clitóris. Os mamilos crescem até 1 centímetro


 

FASE PLATÔ
Cérebro
Nos homens são ativados grandes centros nervosos na área do sistema límbico
Quando estimuladas, as mulheres reagem de forma muito menos emotiva

Só pensam naquilo
Nos homens são acionadas regiões primitivas do cérebro. Eles agem, durante o sexo, de maneira extremamente impulsiva

Com os pés no chão
Nas mulheres, as emoções não entram em ação. É ativada principalmente a área responsável pela razão

Hormônios

Homens e mulheres
Apresentam as mesmas mudanças hormonais. Aumenta fortemente a concentração de adrenalina e noradrenalina

O mistério da Oxitocina
O efeito desse hormônio é polêmico. Em alguns homens, os pesquisadores observaram uma clara elevação junto com o orgasmo - entre 20% e 360%. Mas a ação da substância no organismo não está clara. A suposição é que a Oxitocina estaria envolvida em contrações de partes dos órgãos reprodutivos femininos e masculinos durante o orgasmo

Corpo

Flush sexual O rosto, o peito, a barriga e os ombros ficam avermelhados. A pressão arterial, a pulsação e a freqüência respiratória continuam a subir. Há um aumento da tensão muscular

Ocorre um evidente inchaço nos seios e aumenta a circulação sanguínea nas coxas, nádegas e costas. Ocorre superventilação. A freqüência cardíaca vai de 110 a 180 batidas por minuto


 

ORGASMO
Cérebro
CLÍMAX Os campos ativados comandam reflexos essenciais,
como a ejaculação

Assinatura do êxtase
Grande atividade na área relacionada ao sistema de recompensa. Ocorre um bloqueio no cérebro, na região responsável pelo medo, a amígdala (cerebral).

Prazer verdadeiro
Atividade cerebral semelhante à dos homens. O sistema de alerta trabalha mais

Orgasmo fingido (ver quadro abaixo)
Em comparação ao verdadeiro, os centros motores do cérebro são mais ativados

Hormônios

Imediatamente depois do orgasmo, há uma grande elevação do nível do hormônio de produção de leite, a Prolactina, tanto nos homens como nas mulheres. Isso tem o efeito de um freio sexual

Corpo

A atenção fica extremamente reduzida e a ereção mais vigorosa. O escroto aumenta. A vesícula seminal, os dutos e a próstata contraem-se ritmicamente. Ocorre a ejaculação do esperma

Guarnição orgástica
O terço dianteiro da vagina se afunila e se contrai de cinco até 15 vezes. Ocorrem também inúmeras contrações em regiões como nádegas, mãos, pés e rosto

 

DISTENÇÃO
Cérebro

Descanso em vez de desejo
Depois do clímax, o cérebro relaxa até o adormecimento

Hormônios

O nível de Prolactina permanece elevado até uma hora depois do orgasmo. Nos homens, o hormônio aniquila o desejo e desencadeia a preguiça. Por que as mulheres conseguem ter outros orgasmos pouco tempo depois ainda é um mistério

O esperma parece ter um efeito estimulador. Ele contém vários hormônios: testosterona, estrógeno, Prostaglandina e Prolactina. Essas substâncias podem passar pela vagina e outras mucosas e cair na circulação sanguínea

Corpo
A ereção do pênis diminui instantaneamente, a respiração e a pulsação se normalizam. Dependendo da idade, o homem perde a capacidade de ficar excitado durante um certo período

Depois do orgasmo, a mulher volta a estar sexualmente excitável. Se ela não reiniciar o sexo, a respiração se normaliza e o inchaço da vagina e dos lábios da vulva retrocede


Uma em cada quatro mulheres não atingem o orgasmo


Quem enxerga o Brasil como uma espécie de paraíso sexual precisa rever seus conceitos. Uma em cada quatro brasileiras (26%) não tem orgasmo com seu atual parceiro, revela uma pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade, da Universidade de São Paulo, com 7 mil pessoas de ambos os sexos. Muitas jovens não atingem o clímax por inexperiência e fatores emocionais, como uma educação rígida que condene o prazer sexual. Nas mais velhas, as dificuldades estão em geral relacionadas a disfunções físicas. Em um outro estudo feito com 98 mulheres em um hospital no Rio de Janeiro, apurou que 42% delas não tinham orgasmo, e, quando se investigou as causas, descobriu-se um dado interessante: 30% das mulheres não chegavam ao clímax por um problema sexual do parceiro, como disfunção erétil ou ejaculação precoce. Além das dificuldades masculinas e dos tradicionais inimigos do orgasmo - stress, cansaço e rotina entediante -, as mulheres enfrentam um tabu que os homens já superaram, pois a mulher que se masturba tem intimidade com o corpo e chega ao orgasmo com mais facilidade, mesmo na relação sexual.

POUCO PRAZER

 Metade das mulheres tem dificuldades na cama, como dor, falta de desejo e orgasmos raríssimos

 

A pesquisa da USP revela um dado alarmante: 31% das mulheres nunca se tocaram na vida. Já entre as que se masturbam, praticamente todas atingem o clímax.

Os homens brasileiros têm mais orgasmos que as mulheres - para eles, é dez vezes mais fácil chegar ao ápice -, mas lidam com outros problemas: 48% têm disfunções sexuais que vão de dificuldades de ereção até ejaculação precoce. Os brasileiros são excessivamente preocupados com desempenho, pois alguns homens costumam a procurar um Médico até mesmo preocupados com o volume de esperma ejaculado, visto como símbolo de virilidade. A ejaculação é um fenômeno independente do orgasmo, o que muitos não sabem. O homem pode chegar ao clímax sem expelir esperma, sobretudo se for diabético ou tiver passado por uma cirurgia de próstata e o contrário também pode ocorrer, mas é menos comum, mas quando o homem perde a concentração ou fica tenso, o homem pode ejacular sem ter prazer.

O mapa do prazer feminino
 

Entender o orgasmo é entender um pouco mais do cérebro. O ciclo que vai da excitação ao prazer sexual não só exige muito de nossa fisiologia (respiração, batimentos cardíacos) como a ele se juntam visíveis marcadores de alterações psicológicas, como a breve perda da autoconsciência. Compreender o orgasmo feminino, então, é avançar mais significativamente nessa tarefa. Afinal, compreender a fundo a sexualidade da mulher sempre foi um desafio para a ciência. Apesar das dificuldades, alguns estudos começam a descortinar esse processo.

Um deles, divulgado em novembro de 2011, é do psicólogo Barry Komisaruk, da Universidade de Rutgers (EUA). Com o auxílio de um aparelho de ressonância magnética, ele mapeou o que aconteceu no cérebro da terapeuta sexual Kayt Stukel do início da excitação sexual ao clímax. Komisaruk pretende usar as informações para tratar disfunções sexuais como a ausência de orgasmo (com um método em que a paciente possa ao mesmo tempo estimular seus órgãos genitais e assistir às reações de seu cérebro em tempo real). dessa forma, ela poderá tentar atingir as áreas estimuladas durante o ciclo sexual.

O cientista verificou que o processo acionou 80 partes do cérebro. Houve, por exemplo, atividade intensa do cerebelo (cujo papel no sexo ainda não está esclarecido) e do sistema límbico (associado às emoções). No clímax, há grande circulação sanguínea em todo o cérebro, um sinal de que o órgão está inteiramente mobilizado. Já a ativação do córtex pré-frontal ocorre somente na excitação e, essa descoberta de que existe a estimulação dessa área foi a grande contribuição desse estudo. A partir da informação, acredita-se que será possível desvendar o mecanismo por meio do qual fantasias sexuais (processadas nessa área) podem causar reações físicas.

O estudo evidenciou diferenças nos mecanismos que levam ao prazer vividos por homens e mulheres. No homem, por exemplo, não há ativação do córtex pré-frontal na excitação, sendo muito provável que o homem e a mulher entrem no ciclo sexual de maneiras diferentes. Foi na instituição holandesa que pesquisadores levantaram dados sobre o orgasmo masculino anos antes. Entre outras informações, ele mostrou que, no clímax masculino, ocorre o desligamento de algumas regiões do cérebro. Já no estudo de Komisaruk, observou-se a ativação total do cérebro feminino.

Apesar das diferenças, há especialistas que discordam que a cada ativação de uma área sucede-se uma única resposta fisiológica. O córtex pré-frontal, por exemplo, é responsável por inúmeras funções. A teoria mais aceita é que haja ligações e desligamentos simultâneos, já que a excitação e o orgasmo estimulam estruturas que antes do estímulo estavam sob controle de outras e esse efeito de controle precisa ser removido para que essas regiões sejam recrutadas para outro fim. A desativação também seria a responsável pela momentânea perda de consciência, sendo que as estruturas normalmente ligadas a decisões conscientes são praticamente desligadas no orgasmo.

Juntamente com essas conexões e desligamentos, é possível que haja outras vias neurológicas para o prazer. Foi o que mostrou outro estudo de Komisaruk, que mapeou o cérebro de duas voluntárias tetraplégicas. Elas tinham interrompida a comunicação, via medula espinhal, entre o cérebro e o resto do corpo. E mesmo assim atingiram o orgasmo pela estimulação do clitóris e da vagina.

 

Não adianta fingir

As contrações características do orgasmo duram de poucos segundos a um minuto, no máximo, mas são acompanhadas por intensas mudanças fisiológicas e sinais visíveis no corpo

  • Uma emoção forte toma conta dos parceiros. Um misto de bem-estar e relaxamento tira o casal temporariamente da realidade

  • Os músculos se contraem involuntariamente
  • A pulsação acelera

  • O coração acelera
  • Nos homens, os dedões dos pés endurecem e os dedinhos ficam retorcidos
  • Os pés de ambos os parceiros ficam arqueados e estremecem
  • Os parceiros se apertam fortemente durante um intervalo de 0,8 segundo durante o pico de prazer

  • Os genitais incham devido ao fluxo de sangue
  • Muitas mulheres dobram os dedos dos pés
  • Homens e mulheres podem ter acesso de riso ou de choro e ficar sensíveis a cócegas (nos homens, essas reações são menos comuns)
    Em algumas pessoas, a boca se abre, em outras, a face se contorce
  • A respiração fica rápida e curta
  • A narina de ambos os parceiros fica dilatada
  • Os dois sexos podem experimentar um súbito insight criativo, pois o orgasmo produz atividade na região cerebral ligada à criatividade
  • Após o orgasmo é comum um prolongado período de exaustão e sono

Como atingir o orgasmo
TREINAMENTO SEXUAL

Não pressione o(a) parceiro(a) a ter orgasmo

A pressão pelo prazer, com expressões do tipo ''Foi bom pra você?'', arruina as relações. Quem não consegue sentir orgasmo com o parceiro sente raiva, frustração e vergonha. A tensão transforma o sexo em uma prática pesada. Quanto mais stress houver na busca pelo ápice, menor a chance de alcançá-lo

Relaxe e goze

O melhor é esquecer que chegar ao orgasmo é o objetivo central do sexo. Tentar alcançá-lo a qualquer preço e em pouco tempo estressa qualquer um. O importante é relaxar e aproveitar o sexo. O orgasmo é decorrência da prática e da capacidade de perceber o que lhe dá prazer.

Caia nas brincadeiras de amor

Sexo só faz sentido se for leve e divertido. Tudo o que causa mal-estar ou pressão deve ser evitado. Distribuir velas ao redor da cama, colocar champanhe sobre o criado-mudo e vestir aquela lingerie de oncinha pode ser algo muito sedutor, mas também pode elevar muito a expectativa (e a responsabilidade) do(a) parceiro(a).

Experimentar, experimentar, experimentar

Pressão não faz bem a ninguém, mas é importante perseguir o objetivo de alguma hora chegar ao orgasmo, de forma paciente e obstinada. Quando não existe uma razão fisiológica que explique a dificuldade de ''chegar lá'', qualquer um pode treinar sua capacidade de atingir o orgasmo.

 

O Clitóris

Esse desconhecido para muitas pessoas
 

A natureza fez com que o orgasmo feminino não tivesse de acontecer forçosamente durante a penetração, caso contrário, o clitóris estaria dentro da vagina. O único órgão do corpo humano que não serve para mais nada além de proporcionar prazer é maior e tem mais ramificações nervosas do que se supunha. Possui 8 mil terminais nervosos - o dobro do que existe no pênis.

O homem ocidental médio é ainda ignorante em relação ao Clitóris, pois ele não sabe o que é, onde fica ou o que fazer com ele.A ignorância se manifesta até na pronúncia errada. Tem muita gente boa por aí dizendo CLÍtoris, como se a palavra fosse proparoxítona. A pronúncia correta é cliris.

O Clitóris é uma protuberância situada no topo dos pequenos lábios da vagina, extremamente sensível e erétil. Normalmente se esconde sob um capuz de pele mas quando excitado pode aumentar em até três vezes o seu tamanho.

Do ponto de vista biológico, o Clitóris é diretamente equivalente ao pênis, possuindo inclusive uma glande. De fato, nos primeiros meses após a concepção, a genitália dos fetos feminino e masculino parece ser idêntica. Segundo o Relatório Hite, a maioria das mulheres se masturba manipulando o clitóris e, às vezes, os mamilos e apenas 5% das mulheres introduzem coisas na vagina quando se masturbam.

Um estudo realizado nos Estados Unidos em 1960, com um grupo de mulheres de 19 a 32 anos selecionadas ao acaso, revelou que o tamanho médio do Clitóris em ereção é de 1,9 cm. Nesse grupo, 75% das mulheres possuia um Clitóris entre 0,8 e 3,0 cm de comprimento quando excitado e o maior Clitóris registrado nesse estudo tinha 3,6 cm.

Outro estudo realizado em um hospital americano, com pessoas de 1 a 91 anos, revelou que o Clitóris aumenta de tamanho à medida em que a mulher vai envelhecendo, sendo que o maior aumento de tamanho ocorre entre os 15 e os 19 anos, e depois entre os 20 e os 32 anos. Livros médicos bem atuais mencionam um tamanho médio de 2.5 cm a 4,0 cm de comprimento para mulheres de 20 a 30 anos. Convém também saber que Clitóris grande não têm nada a ver com hermafroditismo nem com a preferência sexual da mulher.

Mas isso é apenas a ponta do iceberg: a parte escondida, a que fica dentro do corpo, tem em média 9 cm de comprimento e cerca de 8.000 terminais nervosos (o pênis tem só a metade disso). Por isso, o Clitóris é um órgão extremamente sensível.
 

Transtornos da Resposta Sexual

Os transtornos da resposta sexual podem ocorrer em uma ou mais destas fases. Sempre que mais de uma disfunção sexual estiver presente, todas são registradas. Este julgamento deve ser feito pelo Médico, levando em consideração fatores tais como: a idade e experiência do indivíduo, freqüência e cronicidade do sintoma, sofrimento subjetivo e efeito sobre outras áreas do funcionamento.

Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo: as fantasias sexuais e o desejo de atividade sexual persistente deficiente (ou ausente). O julgamento de deficiência ou ausência é feito pelo Médico, levando em conta fatores que afetam o funcionamento sexual tais como a idade e o contexto da vida da pessoa.

 Transtorno de Aversão Sexual: aversão extrema persistente para evitar todo (quase todo) contato sexual genital com um parceiro sexual.

 Transtorno Orgástico Feminino: atraso ou ausência persistente ou recorrente do orgasmo. Após uma fase normal de excitação sexual.

Dispauremia: dor genital recorrente ou persistente associada com o ato sexual, não devida a uma condição médica geral

Vaginismo: contração (em espasmo) involuntária, recorrente ou persistente da musculatura do terço inferior da vagina que interfere no ato sexual, não devido à condição médica geral

Classificação dos Transtornos Sexuais

As disfunções sexuais podem ser divididas em subtipos em relação à natureza do início da disfunção sexual e em relação ao contexto no qual essa disfunção ocorre.

  • Quanto à natureza do início da disfunção sexual ela pode ser :

Tipo ao longo da vida: quando presente desde o inicio da vida sexual.

Tipo adquirido: disfunção se desenvolve apenas após período de função sexual normal.

  • Quanto ao contexto no qual a disfunção sexual ocorre, pode ser:

Tipo generalizado: quando a disfunção sexual não está limitada a certo tipo de estimulação, situações   ou parceiros.

Tipo situacional: quando a disfunção sexual está limitada a certos tipos de estimulação, situações e parceiros. Embora na maior parte dos casos as disfunções ocorrem durante a atividade sexual com um(a) parceiro(a), em alguns casos, pode ser apropriado identificar disfunções que ocorrem durante a masturbação.

  • Outros subtipos podem ser usados para indicar os fatores etiológicos associados com a disfunção:

Fatores psicológicos: quando existem fatores psicológicos que desempenham papel importante no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da disfunção sexual e sem causas orgânicas.

Fatores combinados: quando fatores psicológicos supostamente desempenham papel no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da disfunção sexual e existe uma condição médica geral ou uso de medicamento.

Tratamentos dos Transtornos da Resposta Sexual

Recentemente cientistas italianos publicaram um artigo na revista científica New Scientist em Londres, que medicamentos para incrementar o prazer sexual e o orgasmo podem ser mais eficientes em mulheres que tenham o Ponto G  grande.

A zona erógena conhecida como ponto G, localizada no interior da vagina, ficou famosa por produzir intensos orgasmos. Nela encontram-se as glândulas de Skene, que segregam uma enzima chamada PDE5 (Fosfodisterase-5), que atua na excitação feminina e já foi relacionada à sexualidade masculina.

Se as glândulas de Skene são grandes e há suficiente secreção de PDE5, é possível que medicamentos semelhante ao Sildenafil (utilizado na Disfunção Erétil masculina), para as mulheres com Ponto G pequeno e para as que não o possuem, esses remédios teriam algum efeito, já que a PDE5 também é encontrada no clitóris.

De acordo com as estimativas, 30% das mulheres não têm orgasmo durante a relação sexual. O ponto G recebeu este nome em referência ao cientista Ernest Grafenberg, o primeiro a falar sobre a região, em 1950.

Stress e Sexo

Sexo cura

Pesquisa britânica informa: além do prazer, ele atenua o stress e ajuda a diminuir a pressão arterial

Como se não bastassem os benefícios óbvios, estudiosos descobriram que sexo é bom remédio para alguns males. Pesquisa da
universidade britânica de Paisley com 46 voluntários revelou que o ato sexual ajuda a diminuir a pressão arterial e a atenuar o nervosismo, o stress e a ansiedade. Eles registraram em diários as suas experiências sexuais e tiveram a pressão monitorada. Depois, passaram por situações de stress como fazer conta de cabeça e falar em público. Quem fez sexo com penetração ficou menos estressado em público e recuperou os índices normais de pressão sangüínea mais rápido do que quem se masturbou ou fez sexo sem penetração. O efeito calmante estaria relacionado ao estímulo de nervos durante o ato, entre eles o vago, que influencia os processos psicológicos. A liberação do hormônio oxitocina, ligado à atração, também contribuiria para os resultados.

 

 

Auxiliares no tratamento do Desinteresse Sexual

Para ambos os sexos, muitos dos alimentos que tradicionalmente servem para melhorar a função sexual são de origem marinha. Peixes são bons para o cérebro e funções sexuais, especialmente os frutos do mar, como ostras e moluscos, e isto é devido aos seus altos níveis de zinco. Também encontramos no mar uma série de alimentos com altos níveis de nutrientes como as algas marinhas, que auxiliam a função sexual.

Tanto para homens como para as mulheres que estejam respectivamente em fase de Andropausa e Menopausa, a Reposição Hormonal é muito importante para melhora dos sintomas sexuais. Para ambos os sexos, sabe-se que a diminuição dos níveis dos hormônios androgênios (Testosterona) tem sido apontado como etiologia da diminuição da libido (desejo sexual).

1) Vitaminas, Minerais e Aminoácidos

Existem muitos suplementos alimentares específicos para a vitalidade sexual, particularmente a vitamina E e Zinco. A vitamina C juntamente com a Niacina e o aminoácido Arginina também auxiliam a função sexual. Os principais órgãos e nutrientes que os auxiliam para uma melhor função sexual são os seguintes:


Cérebro: Complexo B, Colina, Cálcio, Magnésio, Potássio e aminoácidos, especialmente o Triptofano;
Hipófise: Complexo B, Ácido Pantotênico, Niacina, Vitamina E e Zinco;
Supra-Renais: Vitamina A, Complexo B, Ácido Pantotênico, Niacina, Tiamina, Vitamina E e Vitamina F (ácidos graxos essenciais);
Tireóide: Iôdo, Complexo B, Tiamina, Vitamina E e Tirosina;
Testículos: Vitamina E, Zinco, Vitamina A, Vitamina C, Ácido Fólico e Inositol;
Ovários: Complexo B, Niacina, Ácido Fólico, Vitamina E e Zinco.

2) Fitoterápicos
Um grande número de fitoterápicos podem auxiliar no tratamento de disfunções sexuais e entre eles temos:

Epimedium

O emprego de Epimedium como tônico sexual remonta ao século II AC, quando certo pastor de cabras chinês observou o comportamento do rebanho alterar-se após o consumo da erva na pastagem. Na China esta planta tem sido empregada como tônico e afrodisíaco, tanto para homens como para mulheres, inclusive nos casos de disfunção erétil, com bons resultados.

O componente ativo do estrato de Epimedium é o glicosídeo falvonóide chamado ICARIIN. Estudos têm demonstrado suas ações sobre o leito cavernoso do pênis, na regulação dos efeitos da testosterona, e também uma atividade neuroprotetora em situações de privação de oxigênio e glicose no cérebro, como nas isquemias.

Seus usos tradicionais incluem tratamentos para artrite, gota, disfunções renais e hepáticas. Nos países de língua inglesa é conhecido como Horny goat weed.

As folhas de Epimedium sagittatum contêm uma grande variedade de flavonóides, polissacarídeos, lignina, esquiterpenos, iononas, polifenólicos, esteróis e alcalóides chamados magnaflorina. Icariin é um glicosídeo
flavonóide, responsável pelas ações terapêuticas do extrato de Epimedium sagittatum.

As ações de Icariin estão relacionadas principalmente à sua capacidade de inibir a Fosfodiesterase-5 (PDE-5), enzima relacionada ao controle da ação do óxido nítrico (NO) sobre a musculatura vascular.
O óxido nítrico promove o fluxo sanguíneo por ligação de uma enzima conhecida como guanilato-ciclase, que catalisa a conversão de guanosina trifosfato (GTP) para 3,5-cicloguanosina-fosfato (cGMP). É o GMPc que sinaliza ao músculo liso , promovendo assim o relaxamneto e o fluxo sanguíneo. A PDE-5 inibe a guanilato-ciclase, regulando o relaxamento muscular. Epimedium reduz os níveis de PDE-5, embora a um nível que não cause efeitos colaterais indesejados, fazendo com que a guanilato-ciclase não seja impedida de promover o aumento de concentração de cGMP no músculo.

Foi demonstrado que entre os componentes fitoquímicos de espécies empregadas no tratamento da impotência sexual masculina como Tribulus terrestris, Cinnamomum cássia, Ferula hermonis e Epimedium brevicornum, apenas Icariin, presente no extrato do Epimedium, foi positivamente eficaz como inibidor da PDE5A1.
De forma similar às ações de SILDENAFIL e PAPAVERINA, Icariin demonstrou aumentar a pressão sanguínea intracavernosa, de forma dose-dependente.

Icariin inibiu com igual eficiência as isoformas A1, A2 e A3 da PDE5, sendo capaz de aumentar os níveis de cGMP nas células musculares do corpo cavernoso. Icariin também demonstrou ser capaz de recuperar e incrementar o uncionamento dos órgãos reprodutores masculinos, aumentando o nível de testosterona circulante. Além disso, demonstrou capacidade de diminuir a reabsorção óssea e estimular a consolidação do tecido ósseo, mimetizando ações da testosterona.

Indicações:
• Aumento da libido feminina e masculina;
• Melhorar a função erétil;
• Restaurar e aumentar a potência e as sensações sexuais;
• Auxilia nos sintomas da menopausa.

 

Yohimbe 
(Corynanthe yohimbe)

Extraída de uma árvore da que cresce ao longo das nações africanas como Camarões, Gabão e Zaire. Durante séculos, os nativos destas áreas ingerem a casca desta árvore aumentar o desejo sexual. O Yohimbe aumentar fluxo de sangue para os órgão genitais do homem e da mulher, além de estimular reações químicas no corpo que podem ajudar  nos casos de impotência e frigidez de origem psicogênica, devido a fadiga e a tensão

 

Damiana
(Turnera diffusa)

Estimulante sexual, tanto masculino como feminino, que melhora função de corpo em geral, alivia a ansiedade e a depressão promovendo sensação de bem estar, além de agir sobre a disfunção erétil. Age melhor nas mulheres. É usado em cápsulas e o uso em excesso pode reduzir a absorção de ferro no organismo.

Salssaparrilha
(Smilax officinalis)

Originalmente era utilizado como tratamento da sífilis mas foi logo ficou conhecido como uma tônico para potência sexual masculina. É provável que tenha fito-hormônios masculinos. Age com excelentes resultados tanto em homens como em mulheres.

 

Tribulus terrestris

Tem ação semelhante ao hormônio LH estimulando a produção de Testosterona. É provável que também tenha fito-hormônios masculinos na forma de Metoxi-Isoflavonas. Age com excelentes resultados tanto em homens como em mulheres, sendo que nestas a ação é mais rápida.

Muirapuama

Retirado da árvore (Ptychopetalum olacoides) da família das olacáceas, nativa da Amazônia. É um estimulante sexual, também age no estômago e em tratamentos para reumatismo.  Tem grande reputação como afrodisíaco.

 

Zingiber officinalis

Planta Ayurvédica conhecida desde a Antigüidade na Índia, China, Roma e Atenas, por suas virtudes medicinais e condimentares. Atualmente, o gengibre encontra-se difundido na fitoterapia mundial, e seus princípios ativos são bastante conhecidos: zingibereno, gingerônio, óleo essencial rico em substâncias terpênicas (cineol, citral borneol). Usado como estimulante, anti-lipêmico, digestivo, anti-inflamatório e depurativo. Muito bem indicado em casos de astenia, fadiga, impotência sexual, indigestão, dores reumáticas e deficiências circulatórias.

Aspisdosperma quebracho-blanco

(Quebracho)

Planta da família Apocynaceae, nativa da América do Sul, cuja casca é rica em taninos, amido e alcalóide. Foram isolados seis importantes alcalóides da casca do Quebracho, dentre os quais o principal é o quebrachine. Esta planta apresenta uma reconhecida ação tônica geral do organismo, além de ser imunizante e um excelente tônico do sistema respiratório.

 

Dioscorea opposita

(Dioscórea)

Planta originária da China, atualmente cultivada em diversas partes do mundo e muito usada por suas propriedades medicinais. Ricamente constituída de amido, amilase, aminoácidos (arginina, lisina), ácido glutâmico, serina, colina, dopamina etc. É utilizada principalmente para o tratamento de fraqueza geral e sexual, derivadas de perda da energia vital, esgotamentos, estresses, fadigas crônicas, deficiências nutricionais, hemorragias ou doenças consumptivas. Nutre, revigora, fortalece e infunde novas energias ao sistema orgânico.

Dong Quai

(Angelica sinensis)

Equilibra as funções das glândulas femininas. Indicado para TPMs, pré- menopausa e síndrome do climatério. Tônico funcional endócrino, rico em componentes estrogênicos naturais (fito-estrogênicos).

 

 

Shatavari

(Asparagus racemosus)

Planta tradicional da medicina Ayurvédica e difundida em todo o mundo, como alimento e como medicamento. É considerado o principal recurso fitoterápico na reversão e prevenção do envelhecimento precoce, especialmente para as mulheres. Nutre, harmoniza e desintoxica os órgãos reprodutores femininos e os óvulos. Através de seus fito-hormônios, fomenta a produção natural dos hormônios femininos. É indicado para mulheres histerectomizadas, ou com disfunções dos órgãos sexuais, alterações hormonais, leucorréias, inflamações pélvicas, quedas da libido e no período de menopausa. Além disso, é um grande digestivo, atua beneficamente contra hiperacidez, gastrites, úlceras digestivas e disfunções intestinais.

Aswaghanda

(Withania somnifera)

Importante planta Ayurvédica, originária da Índia, reconhecida por seus efeitos tônicos, calmantes e adstringentes. Sua raiz é empregada em casos de consumpção, emaciação, debilidade juvenil ou senil, em todos os casos de debilidade geral, exaustão do sistema nervoso, perda de memória e perda de energia muscular. Este medicamento infunde nova energias e vigor aos organismos debilitados pelas doenças de natureza crônica ou pelo excesso de trabalho, e assim renova e revigora as energias físicas e mentais e também previne o envelhecimento precoce.

 

Ginseng Chinês

(Panax Ginseng)

Auxilia no aumento da resistência orgânica, longevidade e vitalidade. É conhecido  por equilibrar a atividade hormonal e atua como estimulante sexual. É tido na China como um remédio popular para melhorar a ereção peniana e estímulo do clitóris, também exaltando a libido e aumentando o prazer sexual.

Ginseng Coreano

Tem ação mais moderada, menos estimulante que o Ginseng Chinês, sendo muito utilizado para tensão aguda,  é conhecido como uma poção de amor. Aumenta desempenho físico e mental. Também é conhecido por ter ação em equilibrar a atividade hormonal, atuando como um estimulante sexual. No Oriente é considerado um remédio popular para melhorar a ereção do pênis e estímulo do clitóris, com ação de melhora da libido e aumento do prazer sexual. Os poderes do Ginseng Coreano Vermelho, usado há séculos como afrodisíaco pelos orientais, recentemente foram colocados à prova e as conclusões do teste mostram que havia razão no uso. A pesquisa, feita na Universidade Federal de São Paulo, provou que a raiz melhora o desempenho de pacientes com disfunção erétil leve e moderada/leve. O estudo foi realizado com 54 homens. Um grupo tomou pílulas com extrato da planta. O outro, placebo. Os resultados surpreenderam pois 66% dos que tomaram o Ginseng tiveram melhora significativa na ereção. Entre o grupo que tomou placebo, esse índice foi de 25%. É muito provável que os que receberam remédio inócuo melhoraram porque muitos têm disfunção de fundo psicológico, mas mesmo assim a diferença de resposta foi grande, e mostra que a raiz funciona. Não foi encontrado efeito colateral ou contra-indicação, porém, o ginseng não deve ser comparado às drogas para ereção disponíveis. A sua eficácia é menor, mas há vantagens no seu uso pois por ser ingerido diariamente, não é preciso calcular quando ter relação (os outros remédios exigem um tempo para fazer efeito.

Ginseng Siberiano

(Eleuthero ginseng)

Normaliza a pressão sanguínea, alivia a tensão, reduz o colesterol. Aumenta particularmente os níveis de estrógenos em mulheres na menopausa. É também chamado de Ginseng Branco.

 

Avena Sativa

É tradicionalmente usado para aumentar e melhorar a resistência, memória, espírito e corpo e referências com os efeitos estimuladores sexuais das aveias tem sido encontrado até 200 anos atrás na farmacopéia da Alemanha. Estudos atuais do Instituto para Estudos Avançados da Sexualidade Humana tem mostrado que a Avena Sativa aumenta o interesse no sexo.Atualmente é a maior sensação nos Estados Unidos como estimulante sexual. Demonstrou ser um afrodisíaco poderoso que não produz nenhum efeito colateral adverso. Age nos receptores de testosterona existente tanto no cérebro masculino quanto no feminino.

Kawa-Kawa

(Piper methysticum)

Já era conhecido suas ações desde o início deste século. É obtida a partir da raiz de um uma planta nativa das ilhas do Pacífico Sul. É um fito-fármaco capaz de suprimir os estados de ansiedade e diminuir a sensação de inquietude e tensão do dia a dia. Alem disso, melhora a qualidade do sono, sem diminuir a atenção ou a capacidade de concentração. Também provocam ação de relaxamento muscular e tem ação anti-convulsivante. Age também nos distúrbios psicossomáticos e neurovegetativos, no combate a fadiga, a depressão e ao stress, acabando com o desânimo, a astenia, a ansiedade e a insônia. Tem a vantagem sobre as drogas sintéticas anti-depressivas e tranqüilizantes, pois não causa prisão de ventre, visão borrada, sonolência, nem altera o desejo sexual (pelo contrário, até aumenta), nem retarda a ejaculação e o orgasmo.
 

Lista de Afrodisíacos

 

ATENÇÃO!!!  

NÃO USE PLANTAS E RAÍZES SEM CONHECER SEUS EFEITOS

NÃO FAÇA COMBINAÇÕES DESSAS QUE ESTÃO AQUI LISTADAS,

PODE SER PERIGOSO

PLANTA

TIPO

USO

AÇÃO

EFEITO

Absinto

Erva

Bebida

Tonica

Estimulante

Açafrão

Flor

Poções

Energética

Jovialidade

Alcaçuz

Planta

Bebidas

Tonica

Estimulante

Algaravia

Planta

Culinária

Afrodisíaca

Estimulante

Alho

Planta

Culinária

Afrodisíaca

Estimulante

Almíscar

Animal

Poções/Perfumes

Afrodisíaca

Estimulante

Ambar Cinza

Animal

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Ameixas

Fruto

Poções

Tonica

Energético

Amêndoas

Fruto

Poções

Fertilidade

Energético

Anis

Erva

Culinária

Afrodisíaca

Estimulante

Aspargos

Planta

Culinária

Afrodisíaca

Estimulante

Banana

Fruto

Comestível

Afrodisíaca

Alcalóide

Baunilha

Fruto

Culinária

Afrodisíaca

Estimulante

Cacau

Planta

Comestível

Afrodisíaca

Energético

Cactus

Erva

Poções

Tonica

Energético

Cantárida

Animal

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Cardamomo

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Casca de Salgueiro

Planta

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Catuaba

Planta

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Cebola

Planta

Culinária

Afrodisíaca

Nutritivo

Cenoura

Planta

Culinária

Revigorante

Nutritivo

Champaca

Flor

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Coco

Planta

Culinária

Tonica

Nutritiva

Coentro

Planta

Poções

Tonica

Estimulante

 

Cogumelos

Planta

Poções

Tonica

Estimulante

Cravo da India

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Cubeba

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Damiana

Planta

Infusão

Afrodisíaca

Estimulante

Dita

Planta

Poções

Tonica

Estimulante

Endivia

Planta

Poções

Tonica

Estimulante

Erva Coalhadeira

Planta

Infusão

Afrodisíaca

Estimulante

Erva de Sta Barbara

Erva

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Erva Doce

Planta

Infusão

Tonica

Estimulante

Eryngo

Planta

Poções

Tonica

Estimulante

Figo

Fruto

Poções

Tonica

Estimulante

Flores de Castanheira

Planta

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Fo Ti Teng

Erva

Infusão

Afrodisíaca

Estimulante

Gengibre

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Gingeng

Planta

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Guaraná

Planta

Infusão

Afrodisíaca

Estimulante

Jacinto

Flor

Perfume

Tonica

Estimulante

Jasmin

Flor

Perfume

Tonica

Estimulante

Kava Kava

Planta

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Lentilha

Legume

Culinária

Tonica

Estimulante

Madeira Sulina

Planta

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Mandrágora

Planta

Poções

Tonica

Estimulante

Manjericão

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Morangos

Fruto

Culinária

Tonica

Estimulante

Noz Moscada

Planta

Poções

Tonica

Estimulante

Noz Vomica

Planta

Culinária

Afrodisíaca

Estimulante

Ostras

Mar

Culinária

Afrodisíaca

Estimulante

Pessego

Fruta

Culinária

Tonica

Estimulante

Pinhão

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Pólen de Abelha

Animal

Poções

Tonica

Estimulante

Raiz de Sansão

Erva

Poções

Tonica

Estimulante

Rosa de Damasco

Planta

Perfume

Tonica

Estimulante

Satirião

Planta

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

Saw Palmetto

Planta

Poções

Tonica

Estimulante

Sementes de Abobora

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Sementes de Gergelim

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Tomates

Fruto

Culinária

Tonica

Estimulante

Trufas

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Tuberosa

Planta

Cuulinária

Tonica

Estimulante

Urtiga

Planta

Culinária

Tonica

Estimulante

Verwein

Flor

Decoração

Tonica

Estimulante

Ylang Ylang

Flor

Perfume

Tonica

Estimulante

Yohimbre

Planta

Poções

Afrodisíaca

Estimulante

 

 

3) Precursores Hormonais

DHEA

Ele é um entre mais de 100 hormônios produzidos pelas glândulas Supra-Renais. O DHEA seria o “pai” dos hormônios sexuais. O DHEA (Dehidroepiandrosterona) é o precursor dos hormônios sexuais, produzido pelas glândulas Supra-renais. É um componente essencial da maior parte das funções fisiológicas.
O organismo utiliza-o para fabricar os hormônios sexuais Testosterona, Estrogênio e Progesterona. Indiretamente, o DHEA provoca também um aumento do nível de IGF-1 (um metabólito do hormônio de crescimento), o que constitui uma das explicações dos seus benefícios para a saúde.
O DHEA circula no corpo principalmente sob a sua forma hidrossolúvel, o Sulfato de DHEA (S-DHEA) que pode-se facilmente medir no sangue.

Fora do seu papel como precursor dos hormônios sexuais,o DHEA está em relação oposta a produção dos hormônios corticosteróides, que são produzidas pelas glândulas supra-renais em reação ao Stress. Logo, se o stress é um fator essencial do declínio do DHEA, a partir da idade de 30/35 anos, acompanha-se de uma susceptibilidade acrescida às doenças, que vai junto com a aceleração do envelhecimento.

Os principais benefícios do DHEA são:

  • Uma melhoria importante e rápida do nível de energia e da vitalidade, perceptível após algumas semanas apenas em 82% das mulheres e 67% dos homens (de acordo com um estudo realizado à Universidade de San Diego, Califórnia).

  • Uma estimulação do sistema imune que reforça a resistência às doenças

  • Uma melhor resistência ao stress. uma modulação das outras funções hormonais, que pode contribuir para reduzir as perturbações associadas ao menopausa e o andropausa.

  • Re-hidratação cutânea, com melhora da atividade das glândulas sebáceas, produtoras de substâncias que permitem a pele guardar a sua flexibilidade e defender-se contra as agressões microbianas e do ambiente geral.

  • Diminuição da pigmentação ligada ao envelhecimento, em especial a nível do rosto.

  • Melhoria dos tecidos ósseos (sobretudo nas mulheres), interessantes para a utilização em prevenção das fraturas ósseas espontâneas nas pessoas idosas.

  • Uma libido aumentada (freqüência das relações, desejo, sinais físicos e psíquicos).

  • Uma diminuição da massa gordurosa e aumento da massa muscular.

O DHEA é produzido em laboratório a partir de uma Saponina de origem vegetal denominada Diosgenina. O corpo humano não dispõe das enzimas necessárias para efetuar esta conversão. As alegações sobre produtos que estimulam "naturalmente" a produção de DHEA por conseguinte são privadas de qualquer fundamento.

Sobre os resultados do DHEA em seres humanos, foram realizados vários estudos. Observou-se que a curto prazo foi demonstrado sem ambigüidade que o DHEA melhora a vitalidade e o bem-estar de maneira espetacular, reforça o sistema imunológico, reduz os sintomas da Menopausa, ajuda a prevenir a Osteoporose, melhora as funções neurológicas, a memória e a qualidade do sono, além da libido tanto masculina quanto feminina e da resposta aos estímulos sexuais.

A longo prazo observa-se que, em resultados preliminares, o DHEA afeta de maneira positiva a resposta do organismo no que diz respeito ao câncer, as doenças cardiovasculares, ao diabetes, a obesidade, ao Lupus Eritematoso Sistemico e a doença de Alzheimer. Estes estudos estão prestes a comprovar a hipótese básica da teoria endócrina do envelhecimento em que muitas doenças degenerativas e de deterioração funcional resultam da baixa da produção de certos hormônios e, assim, a suplementação hormonal permite parar, ou mesmo inverter o processo.

Pregnenolona

Já que o DHEA é chamado “pai” dos hormônios sexuais, a Pregnenolona por dar origem ao DHEA seria a “avó dos hormônios sexuais”. Acredita-se, pela importância dos estudos da Pregnenolona, que no futuro a Terapia de Reposição da Pregnenolona será tão comum como hoje é a reposição de Estrogênio na menopausa. A Pregnenolona aumenta os níveis de energia, bloqueia os efeitos do estresse e melhora a função sexual em homens e mulheres.

 

Pro-hGH

(Pro-Hormônio do Crescimento)

Hoje tem sido a nova “estrela” eleita pela Medicina, pela mídia e pelos artistas de Hollywood. Age estimulando o Hormônio do Crescimento (hGH), produzido pela glândula hipófise que é mais abundante durante a infância, quando estimula o desenvolvimento de ossos, músculos e órgãos. O Hormônio do Crescimento é mais um hormônio cuja produção diminui muito com a idade e nos estudos mais recentes mostrou que se o estimularmos com o Pro-hGH há um aumento significativos das funções sexuais, entre outros efeitos satisfatórios que provoca.

Outras substâncias

Bupropiona

Droga anti-depressiva que vinha sendo utilizada no combate ao tabagismo e que demonstrou ser a mais moderna escolha no tratamento do desinteresse sexual em mulheres. Estimula a libido, provocando sonhos eróticos e proporcionando na maioria das que usaram, orgasmos intensos. É utilizada somente sob prescrição médica. Não tem ação em homens.

Cabergolina 

Usada no tratamento do mal de Parkinson ou para interromper a produção de leite - aumenta o desejo e propicia um orgasmo mais intenso.

Drogas que podem prejudicar a vida sexual

Diversas drogas farmacêuticas presentes em vários medicamentos podem prejudicar a vida sexual, tanto de homens quanto de mulheres. Entretanto, não deixe de usá-las sem antes conversar com o seu Médico, avaliando-se a necessidade e a importância de seu uso em sua doença e a possibilidade de atenuar os seus efeitos na sua vida sexual. Muitos dos efeitos citados são transitórios e tendem a desaparecer com a redução da dose ou quando o tratamento for encerrado.

Lista das drogas que podem prejudicar a vida sexual masculina e feminina

Acetazolamida: perda da libido, diminuição da potencia sexual
Alprazolam: inibição ou retardo do orgasmo, não-ejaculação
Amilorida: impotência, diminuição da libido
Amiodarona: diminuição da libido
Amitriptilina: perda da libido, impotência, não-ejaculação
Amoxapina: perda da libido, impotência, ejaculação dolorida ou retrógrada ou não-ejaculação
Anticolinergicos: impotência
Atenolol: impotência
Baclofen: impotência, dificuldade para ejacular
Barbituratos: dimunuição da libido, impotência
Brometo de Metantelina: impotência
Carbamazepina: impotência
Carbonato de Litio: diminuição da libido, impotência
Cetoconazol: impotência
Cimetidina: impotencia, diminuição da libido em homens e mulheres
Clofibrato: impotência, diminuição da libido
Clomipramina: diminuição da libido, impotência, ejaculação retardada, ausência de orgasmo
Clonidina: impotência, retardo na ejaculação ou no orgasmo
Clorpromazina: diminuição da libido, impotência, não-ejaculação
Clorprotixeno: inibição da ejaculação, diminuição da intensidade do orgasmo
Clortalidona: diminuição da libido, impotência
Danazol: mudanças na libido
Desipramina: diminuição da libido, retardo ou não-ejaculação
Digoxina: diminuição da libido, disfunção ejaculatória
Disopiramida: impotência
Dissulfiram: impotência
Diuréticos Tiazídicos: impotência, baixa energia
Doxepina: diminuição da libido, disfunção ejaculatória
Espironolactona: diminuição da libido, impotência
Estrógenos: diminuição da libido em homens
Etionamida: impotência
Etosuximida: diminuição da libido
Etoxzolamida: diminuição da libido
Fenelzina: impotencia, retardo ou não-ejaculação
Fenitoína: diminuição da libido, impotência
Flufenazina: mudanças na libido, dificuldade de ereção, impotência
Fluoxetina: retardo na ejaculação, retardo do orgasmo em mulheres
Guanabenz: impotência
Guanadrel: diminuição da libido, retardo ou ejaculação retrógrada, impotência
Guanetidina: diminuição da libido, retardo ou ejaculação retrógrada ou não-ejaculação
Haloperidol: impotência, ejaculação dolorosa
Hidralazina: impotência, ejaculação dolorosa
Hidroxi-progesterona: impotência
Imipramina: diminuição da libido, impotência, ejaculação dolorosa
Indapamida: diminuição da libido, impotência
Interferon: diminuição da libido, impotência
Isocarboxazida: impotencia, retardo na ejaculação, ausência de orgasmo em mulheres
Labetalol: priapismo, impotência, diminuição da libido
Levodopa: diminuição da libido, impotência
Mazindol: impotencia, ejaculação espontânea, dos nos testículos
Mesoridazina: não-ejaculação, impotência, priapismo
Metadona: diminuição da libido, impotência, ausência de orgasmo
Metandrostenolona: diminuição da libido
Metazolamida: diminuição da libido, impotência, ausência de orgasmo, não-ejaculação
Metildopa: diminuição da libido, não-ejaculação, ausência de orgasmo
Metirosina: impotência, falhas na ejaculação
Metoclopramida: impotência, diminuição da libido
Metoprolol: diminuição da libido, impotência
Naltrexona: retardo na ejaculação, impotência
Naproxeno: impotência, não-ejaculação
Nortriptilina: impotência, diminuição da libido
Paroxetina: retardo na ejaculação, ausência de orgasmo em mulheres
Prazosin: impotência, priapismo
Progesterona (sintética): diminuição da libido em homens, impotência
Propranolol: perda da libido, impotência
Ranitidina: perda da libido, impotência
Reserpina: diminuição da libido, impotência, retardo ou não-ejaculação
Sertralina: retardo na ejaculação, ausência de orgasmo em mulheres
Timolol: diminuição da libido, impotência
Tioridazina: impotencia, priapismo, não-ejaculação ou ejaculação dolorosa
Tranilcipromina: impotência
Trazodona: priapismo, ejaculação retrógrada
Verapamil: impotência

 

Lembrete  importante

Se você está em uso de algum desses medicamentos, não deixe de usá-lo sem antes conversar com o seu Médico, avaliando-se a necessidade e a importância de seu uso em sua doença e a possibilidade de atenuar os seus efeitos na sua vida sexual. Muitos dos efeitos citados são transitórios e tendem a desaparecer com a redução da dose ou quando o tratamento for encerrado.

 

Este artigo não pretende a prescrição ou indicação de medicamentos. Se você apresenta algum dos sintomas citados procure um Médico pois nada substitui uma consulta com um Médico especializado, pois tanto para a mulher como para o homem, a avaliação Médica e especialmente a Terapia Ortomolecular tem que ser individualizada e só deve ser prescrita por Médico Especialista, e que para se ter uma base do que se vai indicar para um paciente é necessário fazer uma minuciosa anamnese clínica, avaliar o estado psico-emocional do paciente e  fazer um estudo pormenorizado com exames laboratoriais, inclusive Ortomoleculares como o Teste do Cabelo (Mineralograma)e outros através de sangue, urina e fezes.

Dr. Rogério Alvarenga é Médico (CRM-RJ 23.389-0), Especialista em Medicina Ortomolecular. É também Endocrinologista e tem Título de Especialista em Nutrologia Médica pela AMB. É membro da Academia de Ciências de NovaYork ("The New Academy of Sciences" - USA) entre outras no exterior. Membro da ABESO(Associação Brasileira para Estudos da Obesidade) e  outras. Membro-Fundador da SOMORJ-Sociedade de Medicina Ortomolecular do Estado do Rio de Janeiro.

Medicina Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em Geral. Para informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada. Terapia Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em GeralPara informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada.  Para marcação de consultas utilize-se também do Fax (21) 2611-7520; entretanto, Sugestões, Perguntas e Dúvidas somente serão respondidas pela internet.

Para informações e marcação de consulta ligue tambem para o Celular (21) 9111-6055, de 2ª a 6ª-feira fe 9:00 às 18:00 hs. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada.

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